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Questão de Instabilidade do carpo (OrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2024)

Mão e punhoInstabilidade do carpoOrtoQuestões Simulados, inspirada na prova da SBCM 2024

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SBCM. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

O que caracteriza a instabilidade do carpo do tipo não dissociativo?

  1. Os ligamentos interósseos que unem os ossos da fileira proximal estão íntegros
  2. Costuma ser assintomática
  3. A forma mediocárpica pura é a mais frequente
  4. A instabilidade da fileira proximal tem três variedades: VISI, DISI e neutra
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Gabarito: A · Os ligamentos interósseos que unem os ossos da fileira proximal estão íntegros

Conceito-chave

Quatro grandes padrões. O Green organiza as instabilidades do punho em quatro grupos (cap. 13, p. 501). Na dissociativa (CID), a falha ligamentar está entre ossos da mesma fileira, quase sempre escafoide e semilunar, menos vezes semilunar e piramidal. Na não dissociativa (CIND), a falha está entre as fileiras ou entre o carpo e o rádio. Completam o quadro a instabilidade complexa (CIC) e a adaptativa (CIA) (p. 501).

A definição que responde a questão. O Green escreve que um punho doloroso tem padrão não dissociativo "quando há disfunção das articulações radiocárpicas e/ou mediocarpais com integridade completa dos ligamentos interósseos que conectam os ossos dentro da fileira proximal" (cap. 13, p. 537). Em outras palavras: escafolunar e lunopiramidal íntegros; a fileira proximal se move como um bloco, mas mal controlado.

Subtipos. Conforme as articulações afetadas, a CIND se divide em radiocarpal, radiocarpal e mediocarpal combinadas (chamada mais simplesmente de instabilidade da fileira proximal) e, raramente, mediocarpal pura (Green, cap. 13, p. 537). A instabilidade da fileira proximal tem "duas variedades distintas": CIND-VISI, com a fileira proximal em flexão e o capitato tendendo a subluxar volarmente, e CIND-DISI, com a fileira em extensão e o capitato subluxando dorsalmente (p. 537).

Tipo (Green, cap. 13)Onde está a falhaLigamentos interósseos da fileira proximal
CIDEntre ossos da mesma fileira, quase sempre escafolunar (p. 501)Rompidos
CINDRadiocarpal e/ou mediocarpal (p. 537)Íntegros

Tratamento, para dar sentido. Como os ligamentos intrínsecos estão inteiros, a primeira linha é muscular: no CIND-DISI, o Green manda sempre um programa de reabilitação com reeducação proprioceptiva do extensor ulnar do carpo e dos extensores radiais longo e curto, e reserva a capsulodese mediocarpal dorsal para quem falha (cap. 13, p. 541).

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 5 da SBCM 2024, que perguntou o que caracteriza a instabilidade não dissociativa do carpo. Os distratores trocam detalhes da mesma página: a frequência dos subtipos, o número de variedades e a presença de sintomas.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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