Pela classificação de Weiss e Hastings das fraturas unicondilares da falange proximal, qual classe corresponde ao traço coronal dorsal?
- Classe I
- Classe II
- Classe III
- Classe IV
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Conceito-chave
A fratura unicondilar. É a fratura de um dos côndilos da cabeça da falange proximal, intra-articular na interfalângica proximal. O fragmento sobe, a superfície articular fica em degrau e o dedo desvia para o lado do côndilo fraturado, porque o colateral desse lado continua preso ao fragmento. É uma fratura pequena com consequência grande: um degrau mínimo já muda o movimento e o alinhamento da IFP.
A classificação de Weiss e Hastings. O Green a apresenta como útil e mostra os quatro tipos na Fig. 7.29, que se distinguem pela orientação do traço (cap. 7, p. 284 e 285):
| Classe (Fig. 7.29) | Traço |
|---|---|
| I | Oblíquo volar (a tradução escreveu "mosca oblíqua") |
| II | Sagital longo |
| III | Coronal dorsal |
| IV | Coronal volar |
Os traços coronais, dorsal e volar, são os que separam um fragmento só com cartilagem e osso subcondral; são difíceis de ver no AP e aparecem no perfil.
As lições que os autores tiraram. O Green destaca duas: "mesmo as fraturas inicialmente sem deslocamento são inerentemente instáveis", e cinco das sete tratadas com tala desviaram depois; e "a fixação com um único fio de Kirschner é inadequada" (cap. 7, p. 284). A legenda da figura resume: essas fraturas são quase todas instáveis e quase sempre requerem fixação cirúrgica (p. 285). Há consenso de que as unicondilares desviadas pedem redução aberta e fixação interna (p. 284).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 45 da SBCM 2024, que perguntou a classe de Weiss e Hastings do traço coronal dorsal.
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