Segundo GARCIA-ELIAS, em qual estágio fica a instabilidade escafolunar em que a lesão é parcial e reparável, com ângulo radioescafoide normal?
- Estágio 2
- Estágio 1
- Estágio 3
- Estágio 4
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Conceito-chave
No algoritmo de Garcia-Elias, a primeira separação é entre lesão incompleta e lesão completa. Uma lesão parcial pertence ao estágio I, mesmo que o tecido remanescente possa ser reparado e o ângulo radioescafoide seja normal. A palavra “reparável” não basta, sozinha, para escolher o estágio II (Rockwood adultos, 10ª ed., cap. 44, classificação e tratamento escafossemilunar).
O estágio II exige uma lesão completa e reparável. No III, a lesão é completa e irreparável, mas o escafoide ainda está alinhado. No IV, além de irreparável, existe desalinhamento, ainda redutível e com cartilagem normal. Cada pergunta acrescenta um problema que modifica o tratamento.
A posição normal do escafoide informa que não há desalinhamento demonstrado, mas não identifica, por si só, um único estágio: ela pode estar preservada em situações diferentes. O dado que decide este caso é a incompletude da lesão. Por isso, classificar apenas pela radiografia ou pela possibilidade de sutura confunde categorias.
A tabela do resumo associa o estágio I a desbridamento artroscópico, com ou sem radiofrequência; o texto admite tentar órtese e fisioterapia nas lesões pré-dinâmicas. Isso não quer dizer que toda lesão parcial deva ser operada imediatamente. A classificação organiza extensão da lesão, alinhamento e opções terapêuticas; a indicação clínica continua dependendo da avaliação do paciente.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 44 do SIMÃO 2023, sobre a classificação de Garcia-Elias da lesão parcial escafossemilunar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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