Com relação ao neopericôndrio na reconstrução de orelha, é correto afirmar que:
- é fundamental para o procedimento;
- é utilizado somente em algumas técnicas;
- não há necessidade de criar neopericôndrio;
- é formado mesmo em tecido infeccionado;
- é importante no planejamento cirúrgico.
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Conceito-chave
Reconstruir uma orelha com cartilagem da costela significa levar um molde sem vasos para baixo de uma pele fina. A cartilagem vive por difusão, e o que a envolve precisa nutri-la e protegê-la. Por isso, a formação de um neopericôndrio em torno do molde é o que a mantém viva depois da cirurgia.
As revisões sobre a microtia mostram que as técnicas baseadas em cartilagem costal, como as de BRENT e NAGATA, dependem de um bom envelope cutâneo e de tecido que recubra o molde (PMC4128432; StatPearls, Ear Microtia). Infecção e exposição são as complicações temidas, e uma revisão as coloca entre os principais desfechos de uma reconstrução (PMC5640338). Em tecido infectado, é o contrário do que a alternativa D sugere: o molde está em risco.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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