A maior crítica ao uso do retalho antebraquial radial é a de que:
- seu pedículo é muito curto;
- o retalho é de pequenas proporções;
- ele deixa grande sequela na área doadora;
- a artéria ulnar é utilizada como pedículo principal;
- esse retalho não pode ser utilizado em sequelas de queimaduras.
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Conceito-chave
O retalho radial do antebraço é um dos cavalos de batalha da cobertura da mão: fino, maleável, baseado na artéria radial e nas perfurantes do septo entre o braquiorradial e o flexor radial do carpo. Pode ir livre ou pediculado com fluxo reverso, desde que a artéria ulnar e o arco palmar estejam íntegros (Green, cap. 43, p. 1687).
O preço. A área doadora fica no antebraço, à vista. O Green resume que, mesmo quando pode ser fechado primariamente, o defeito doador é muito perceptível. Por isso os autores costumam levar o retalho só de fáscia, com enxerto de pele sobre ela, deixando a pele grossa e a gordura no antebraço: a área doadora vira uma cicatriz linear (Green, cap. 43, p. 1689, Fig. 43.23 e 43.27).
O que ele não tem de ruim. O pedículo é a própria artéria radial, longa; o retalho cobre bem defeitos palmares e dorsais da mão e chega até as pontas dos dedos (Green, cap. 43, p. 1687 e 1689).
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