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Questão de Retalhos e cobertura cutânea (ENARE Cirurgia da Mão 2025)

Mão e punhoRetalhos e cobertura cutâneaENARE Cirurgia da Mão 2025

A maior crítica ao uso do retalho antebraquial radial é a de que:

  1. seu pedículo é muito curto;
  2. o retalho é de pequenas proporções;
  3. ele deixa grande sequela na área doadora;
  4. a artéria ulnar é utilizada como pedículo principal;
  5. esse retalho não pode ser utilizado em sequelas de queimaduras.
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Gabarito: C · ele deixa grande sequela na área doadora;

Conceito-chave

O retalho radial do antebraço é um dos cavalos de batalha da cobertura da mão: fino, maleável, baseado na artéria radial e nas perfurantes do septo entre o braquiorradial e o flexor radial do carpo. Pode ir livre ou pediculado com fluxo reverso, desde que a artéria ulnar e o arco palmar estejam íntegros (Green, cap. 43, p. 1687).

O preço. A área doadora fica no antebraço, à vista. O Green resume que, mesmo quando pode ser fechado primariamente, o defeito doador é muito perceptível. Por isso os autores costumam levar o retalho só de fáscia, com enxerto de pele sobre ela, deixando a pele grossa e a gordura no antebraço: a área doadora vira uma cicatriz linear (Green, cap. 43, p. 1689, Fig. 43.23 e 43.27).

O que ele não tem de ruim. O pedículo é a própria artéria radial, longa; o retalho cobre bem defeitos palmares e dorsais da mão e chega até as pontas dos dedos (Green, cap. 43, p. 1687 e 1689).

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