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Questão de Microcirurgia e retalhos livres (ENARE Cirurgia da Mão 2025)

Mão e punhoMicrocirurgia e retalhos livresENARE Cirurgia da Mão 2025

Nos casos em que haja importante perda cutânea associada a exposição óssea, o transplante microcirúrgico mais adequado para se fazer a cobertura cutânea da perda é:

  1. retalho muscular do gracilis;
  2. retalho cutâneo paraescapular;
  3. retalho muscular do grande dorsal;
  4. retalho cutâneo antebraquial radial;
  5. retalho miocutâneo do glúteo máximo.
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Gabarito: C · retalho muscular do grande dorsal;

Conceito-chave

Quando um ferimento do membro superior deixa uma área grande sem pele e com osso exposto, o enxerto não pega sobre o osso nu e os retalhos locais não alcançam. A solução é trazer tecido vascularizado de longe, por microcirurgia, e o tamanho do defeito ajuda a escolher.

O raciocínio do Green. No antebraço, defeitos que pedem cobertura vascularizada costumam ser grandes. Muitos se resolvem com o grácil livre; para defeitos maiores, geralmente se usa o retalho livre do grande dorsal. Para reduzir volume e morbidade da área doadora, os autores usam o retalho só muscular com enxerto de pele, que dá boa cobertura, permite deslizamento de tendões e articulações e é fácil de reelevar em cirurgias secundárias (Green, cap. 43, p. 1689).

Os retalhos cutâneos. O anterolateral da coxa, o escapular e o paraescapular servem quando se quer um retalho cutâneo grande para o deslizamento de tendões, e o radial do antebraço resolve defeitos menores da mão (Green, cap. 43, p. 1687 e 1689).

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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