Nos casos em que haja importante perda cutânea associada a exposição óssea, o transplante microcirúrgico mais adequado para se fazer a cobertura cutânea da perda é:
- retalho muscular do gracilis;
- retalho cutâneo paraescapular;
- retalho muscular do grande dorsal;
- retalho cutâneo antebraquial radial;
- retalho miocutâneo do glúteo máximo.
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Conceito-chave
Quando um ferimento do membro superior deixa uma área grande sem pele e com osso exposto, o enxerto não pega sobre o osso nu e os retalhos locais não alcançam. A solução é trazer tecido vascularizado de longe, por microcirurgia, e o tamanho do defeito ajuda a escolher.
O raciocínio do Green. No antebraço, defeitos que pedem cobertura vascularizada costumam ser grandes. Muitos se resolvem com o grácil livre; para defeitos maiores, geralmente se usa o retalho livre do grande dorsal. Para reduzir volume e morbidade da área doadora, os autores usam o retalho só muscular com enxerto de pele, que dá boa cobertura, permite deslizamento de tendões e articulações e é fácil de reelevar em cirurgias secundárias (Green, cap. 43, p. 1689).
Os retalhos cutâneos. O anterolateral da coxa, o escapular e o paraescapular servem quando se quer um retalho cutâneo grande para o deslizamento de tendões, e o radial do antebraço resolve defeitos menores da mão (Green, cap. 43, p. 1687 e 1689).
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