Perdas cutâneas no nível da polpa digital são reconstruídas mais adequadamente com:
- retalho tipo cross finger;
- retalho de Atasoy;
- retalho homodigital de fluxo reverso;
- retalho de fáscia;
- enxerto de pele total.
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Conceito-chave
Pense numa perda de pele na polpa do dedo, do lado palmar, com osso exposto ou quase. A polpa precisa de pele grossa, sensível e bem acolchoada; enxerto fino não aguenta pinça, e o comprimento do dedo vale ouro.
O avanço local. O retalho volar em V-Y de ATASOY, descrito em 1970, avança um triângulo de pele palmar para cobrir a ponta preservando o comprimento quando o osso está exposto. Ele funciona nas lesões transversais ou oblíquas inclinadas de distal-volar para proximal-dorsal; é contraindicado nas amputações oblíquas com mais perda de pele palmar que dorsal e nas lesões com perda extensa de pele, porque falta pele para avançar (Green, cap. 49, p. 1911 e 1913, Fig. 49.5).
Quando a perda palmar é grande. Para defeitos grandes e feridas oblíquas volares, os autores preferem o dedo cruzado ou o retalho em ilha homodigital. Os retalhos em ilha homodigitais ou heterodigitais podem ter base anterógrada ou retrógrada (fluxo reverso); são mais exigentes, mas não exigem imobilizar o dedo em flexão e, no caso dos homodigitais, poupam os dedos vizinhos (Green, cap. 49, p. 1916 e 1917).
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