Lesão do flexor profundo do dedo no canal digital deverá ser tratada:
- após 15 dias;
- na emergência;
- após 30 dias;
- com enxerto de tendão;
- após redução completa do edema.
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Conceito-chave
Imagine um corte na face palmar do dedo, dentro do canal digital, e o paciente não consegue dobrar a ponta do dedo. O flexor profundo foi seccionado. A pergunta da banca é sobre o relógio: quando reparar?
O que o tempo faz com o tendão. O Green diz que a ciência básica e a evidência clínica favorecem reparar o tendão logo após a lesão. O atraso indevido traz alterações nos cotos e no músculo proximal que dificultam o reparo primário; feito cedo, a ferida é mais fácil de manejar e os cotos estão frescos (Green, cap. 6, p. 215).
Emergência de verdade é outra coisa. O reparo de emergência dos tendões fica indicado quando a perfusão do dedo está comprometida e exige reparo microvascular; se o mecanismo sugere lesão arterial, explora-se com urgência e se reparam tendão, artéria e nervo digitais juntos. Fora disso, o reparo primário nos primeiros dias permite preparar o paciente e a terapia; o autor prefere reparar em até 7 dias quando não há urgência (Green, cap. 6, p. 215 e 221).
E o enxerto? Enxerto de tendão é reconstrução, para quando o reparo primário não é mais possível; não é o tratamento da lesão aguda.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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