Marco, 27 anos, comparece ao consultório médico para sua terceira rinoplastia, referindo que a ponta nasal cedeu e isso lhe gera um descontentamento estético. Quanto às rinoplastias, assinale a alternativa correta.
- Os enxertos columelares fixos aumentam a projeção da ponta, enquanto os flutuantes apenas mantêm a projeção.
- A epistaxe incontrolável clinicamente possivelmente é proveniente da ressecção do corneto médio.
- Artéria angular e labial superior são exemplos de ramos da artéria oftálmica.
- A utilização de enxertos de expansão (spreader grafts) não é indicada em insuficiência de válvula interna.
- Deve-se manter um mínimo de 10 mm da cruz lateral ao realizar a ressecção cranial (cefálica) das alares.
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Conceito-chave
Terceira cirurgia e ponta que caiu: o problema é de sustentação. Em uma revisão, a ponta nasal precisa de algo firme, e é aí que entra o enxerto columelar. Uma revisão de enxertos em rinoplastia secundária diz que ele deve ser usado para combater ou evitar a ptose da ponta (PMC3709529). Quando fixo à espinha nasal, ele dá apoio e aumenta a projeção; flutuante, sobre os tecidos moles, apenas mantém o que existe. Um estudo recente reforça que ele projeta somente quando o cirurgião o desenha com esse objetivo (PMC12385454).
Outros detalhes da questão são pequenas armadilhas. O enxerto expansor (spreader) é colocado entre o septo e as cartilagens laterais superiores, justamente nos pacientes com risco de colapso da válvula interna (PMC4577541; StatPearls, Rhinoplasty). Na ressecção cefálica, a recomendação é deixar uma tira de pelo menos 5 mm (PMC3593677), e não 10 mm.
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