Idoso de 77 anos foi diagnosticado com COVID-19, necessitando de internação em leito de UTI por 45 dias e evoluindo com lesão sacral. Apesar de estarmos no século XXI, a lesão por pressão continua sendo uma preocupação nas redes hospitalares. A classificação proposta por Shea, em 1975, divide os tipos de lesão em cinco grupos. A respeito dessa classificação, assinale a alternativa que indica o estágio em que se observa uma úlcera superficial, que se apresenta como uma abrasão ou bolha, sendo caracterizada pela perda parcial da pele envolvendo a epiderme ou a derme.
- Estágio 1.
- Estágio 2.
- Estágio 3.
- Estágio 4.
- Estágio 5.
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Conceito-chave
Em um paciente com 45 dias de UTI, a lesão sacral é o resultado da pressão sobre uma saliência óssea. SHEA, em 1975, propôs graduar a lesão com base na fisiopatologia e associar cada grau à conduta: do cuidado local e das mudanças de decúbito nos graus mais leves até a excisão e o retalho nos mais profundos (Pressure sores: classification and management, PubMed 1192654).
Pense na profundidade. O estágio inicial é a pele íntegra, com eritema que não desaparece. O seguinte é a perda parcial da pele, como uma abrasão ou bolha, que fica na epiderme e na derme: é o que o enunciado descreve. Os próximos já passam da derme, e os mais graves chegam ao músculo e ao osso. A linguagem atual da NPUAP segue essa mesma ideia, usando agora o termo "lesão" e numerais arábicos (PubMed 27749790).
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