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Questão de Outras malformações congênitas (ENARE Cirurgia da Mão 2023)

Mão e punhoOutras malformações congênitasENARE Cirurgia da Mão 2023

Segundo a classificação embriológica das deformidades congênitas dos membros superiores da IFSSH, a Ausência de extensores é um(a)

  1. falha de formação de partes moles.
  2. falha de diferenciação das partes moles.
  3. duplicação.
  4. hipercrescimento.
  5. hipodesenvolvimento.
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Gabarito: B · falha de diferenciação das partes moles.

Conceito-chave

A classificação embriológica de SWANSON, adotada pela IFSSH, separa as anomalias pelo momento e pelo tipo de erro no desenvolvimento. O Tachdjian reproduz as categorias: falha de formação (transversa ou longitudinal), falha de diferenciação ou separação (de partes moles ou esquelética), duplicação, hipercrescimento, hipodesenvolvimento, bandas de constrição e anomalias generalizadas (Tachdjian, 6ª ed., Box 12.2).

O raciocínio de cada grupo ajuda a decidir. Na falha de formação, a parte não chegou a se formar. Na falha de diferenciação, o tecido existe, mas não se individualizou como deveria: a sindactilia é o exemplo clássico, porque os dedos não se separam. No hipodesenvolvimento, a estrutura se forma, porém pequena ou incompleta.

A ausência de um extensor é um caso de fronteira, e a classificação admite isso: nem toda condição cabe bem em uma só categoria (Pediatric Hand and Upper Limb Surgery, cap. sobre classificação). A banca a colocou na falha de diferenciação de partes moles. Já Wang e Yao, ao descreverem a ausência do extensor longo do polegar, tratam dela no capítulo de hipodesenvolvimento (Congenital Deformities of the Hand and Upper Limb, seção 8.3.3, p. 351). O Green moderno, por sua vez, já adota a classificação OMT (cap. 36, p. 1404).

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