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Questão de Deficiências longitudinais e mão torta (ENARE Cirurgia da Mão 2023)

Mão e punhoDeficiências longitudinais e mão tortaENARE Cirurgia da Mão 2023

Segundo a classificação de Bayne e Klug para a mão torta radial, o tipo 3 se caracteriza, em relação ao terço distal do rádio,

  1. de modo normal.
  2. como maior que 4 mm do que a ulna.
  3. como hipoplásico.
  4. pela ausência da fise.
  5. pela ausência.
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Gabarito: D · pela ausência da fise.

Conceito-chave

A mão torta radial é uma falha do eixo radial do membro, e a família de BAYNE e KLUG organiza a deformidade por uma pergunta simples: quanto do rádio sobrou? Quanto mais o osso falta, mais a mão perde apoio e desvia para o lado radial.

A graduação fica fácil quando lida como uma escada, olhando só o rádio distal (Green, cap. 38, p. 1495, Tabela 38.2 e Fig. 38.1):

TipoRádio distal
N e 0normal; o problema está no polegar ou no carpo
1mais de 2 mm mais curto que a ulna
2hipoplásico
3fise ausente: é a ausência parcial, sobra só parte do osso
4rádio ausente

Os tipos N e 0 vieram da modificação de JAMES, que estendeu o espectro para os casos com rádio normal; a questão usa a escada clássica. Por que o tipo 3 importa tanto? Porque, sem a fise distal, o rádio não cresce nem sustenta o carpo. É nesse ponto que a discussão passa a ser centralizar a mão, e o Green cita a distração prévia como mais útil nas crianças mais velhas com tipo 3 ou 4 não tratado (cap. 38, p. 1495).

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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