Segundo a classificação de Bayne e Klug para a mão torta radial, o tipo 3 se caracteriza, em relação ao terço distal do rádio,
- de modo normal.
- como maior que 4 mm do que a ulna.
- como hipoplásico.
- pela ausência da fise.
- pela ausência.
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Conceito-chave
A mão torta radial é uma falha do eixo radial do membro, e a família de BAYNE e KLUG organiza a deformidade por uma pergunta simples: quanto do rádio sobrou? Quanto mais o osso falta, mais a mão perde apoio e desvia para o lado radial.
A graduação fica fácil quando lida como uma escada, olhando só o rádio distal (Green, cap. 38, p. 1495, Tabela 38.2 e Fig. 38.1):
| Tipo | Rádio distal |
|---|---|
| N e 0 | normal; o problema está no polegar ou no carpo |
| 1 | mais de 2 mm mais curto que a ulna |
| 2 | hipoplásico |
| 3 | fise ausente: é a ausência parcial, sobra só parte do osso |
| 4 | rádio ausente |
Os tipos N e 0 vieram da modificação de JAMES, que estendeu o espectro para os casos com rádio normal; a questão usa a escada clássica. Por que o tipo 3 importa tanto? Porque, sem a fise distal, o rádio não cresce nem sustenta o carpo. É nesse ponto que a discussão passa a ser centralizar a mão, e o Green cita a distração prévia como mais útil nas crianças mais velhas com tipo 3 ou 4 não tratado (cap. 38, p. 1495).
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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