O pectus excavatum, também conhecido como tórax em funil, representa a deformidade congênita mais comum da parede torácica anterior, ocorrendo na taxa de 1:300 nascimentos. A respeito desse defeito congênito, assinale a alternativa correta.
- É mais comum no sexo feminino.
- É caracterizado como uma deformidade de protrusão da parede torácica anterior.
- Está relacionado ao desenvolvimento da parede corporal que se inicia na quarta semana de gestação, quando o mesoderma organiza-se em camada paraxial, intermediária e da placa lateral.
- A correção cirúrgica é considerada segura somente após os 18 anos de idade, momento em que o crescimento torácico já se estabilizou.
- Técnicas de camuflagem como a prótese de silicone e lipoenxertia são pouco efetivas e com grandes chances de complicações pós- cirúrgicas, sendo opções deixadas em segundo plano.
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Conceito-chave
O pectus excavatum é um tórax em funil: o esterno afunda, e não se projeta. O StatPearls lembra que ele afeta quatro vezes mais os meninos e surge cedo na infância (Pectus Excavatum). A causa exata é discutida: crescimento exagerado das cartilagens costais, alteração do colágeno e tração anormal do diafragma são explicações propostas (PMC9986778).
A alternativa correta traz a embriologia: a parede corporal começa a se organizar na quarta semana, com as camadas do mesoderma. É um conceito básico de desenvolvimento, e as outras afirmações são facilmente desmentidas: o predomínio é masculino, e a protrusão é o pectus carinatum. A técnica de NUSS é feita em crianças, antes dos 18 anos (PMC8624072), e as camuflagens são opções válidas em casos selecionados.
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