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Questão de Instabilidade do carpo (OrtoQuestões Simulados, inspirada no SIMÃO 2026)

Mão e punhoInstabilidade do carpoOrtoQuestões Simulados, inspirada no SIMÃO 2026

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SIMÃO. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre a dissociação escafossemilunar, qual afirmação está correta?

  1. O diagnóstico radiográfico exige diástase escafossemilunar acima de 5 mm; valores menores são variações normais
  2. Um teste de Watson positivo confirma a lesão, pois o teste raramente é positivo em punhos sem lesão ligamentar
  3. Sem o ligamento, o escafoide flete e prona apoiado no radioescafocapitato, e seu polo proximal tende a subluxar dorsalmente na fossa do rádio
  4. O semilunar acompanha o escafoide em flexão, e o padrão resultante é a instabilidade em VISI
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Gabarito: C · Sem o ligamento, o escafoide flete e prona apoiado no radioescafocapitato, e seu polo proximal tende a subluxar dorsalmente na fossa do rádio

Conceito-chave

O escafoide sem âncora. O escafoide é o osso que liga as duas fileiras do carpo e, carregado, tende a fletir. Quem o mantém no lugar é o ligamento escafossemilunar, junto com estabilizadores secundários. Quando o ligamento rompe, o Green descreve o que acontece: sem a amarra ao semilunar e sob a carga da coluna radial, o escafoide "flexiona ao redor do ligamento RSC, enquanto prona e transloca dorsal e radialmente", e o semilunar e o piramidal se estendem (cap. 13, p. 508). O ligamento radioescafocapitato funciona como o fulcro em volta do qual o escafoide cai.

O teste de Watson e os seus limites. No teste do deslocamento do escafoide, o examinador empurra o tubérculo do escafoide enquanto leva o punho de desvio ulnar para radial; se os ligamentos estão rompidos, o polo proximal subluxa dorsalmente para fora do rádio, com dor dorsorradial, e ao soltar pode haver um ressalto (Green, cap. 13, p. 509). Mas o livro insiste na "baixa especificidade": uma sinovite local, como um cisto oculto, pode doer no teste, pacientes com frouxidão podem ter estalos indolores, e às vezes o punho oposto, assintomático, também é positivo; a comparação dos dois lados é indispensável (p. 509).

A diástase. O sinal de Terry Thomas é o espaço escafossemilunar anormalmente largo em comparação com o outro lado, medido no meio da faceta ulnar plana do escafoide; "Um gap unilateral maior que 5 mm é diagnóstico de SLD", mas o diagnóstico começa antes, na suspeita pelo alargamento comparado ao lado contralateral (Green, cap. 13, p. 510). Diástase bilateral sem trauma pode ser constitucional (p. 510).

AfirmaçãoO que o Green diz (cap. 13)
MecânicaEscafoide flete e prona em volta do RSC; polo proximal sublúxa dorsal (p. 508 e 509)
WatsonBaixa especificidade; comparar os dois lados (p. 509)
DiástaseAcima de 5 mm é diagnóstica, mas a suspeita vem da comparação (p. 510)
PadrãoDISI, com semilunar estendido (p. 508)

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 80 do SIMÃO 2026, que cobrou afirmativas sobre a mecânica, o exame e a radiografia da dissociação escafossemilunar.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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