Na classificação de Thomas para as fraturas do rádio distal com desvio volar do fragmento (fraturas de Smith), qual padrão corresponde ao tipo I?
- Traço oblíquo intra-articular, com o fragmento da borda volar e o carpo subluxados juntos em sentido volar
- Traço transverso extra-articular, com o fragmento distal e o carpo desviados em bloco para volar
- Traço extra-articular com angulação dorsal do fragmento distal e encurtamento do rádio
- Fratura por cisalhamento da estiloide radial, com traço que entra na fossa do escafoide
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Conceito-chave
As fraturas com desvio volar. A fratura de Colles, a mais comum, desvia o fragmento distal para dorsal. A de Smith é o inverso: o fragmento distal vai para volar. Thomas, em 1957, dividiu as fraturas de Smith em três tipos, e o Green os descreve na legenda da Fig. 15.14 (cap. 15, p. 614).
Os três tipos pelo Green. "Uma fratura de Smith tipo I é extraarticular com angulação palmar do fragmento distal. Uma fratura de Smith tipo II é intra-articular e essencialmente uma fratura volar de Barton com deslocamento volar e proximal do fragmento distal junto com o carpo." E: "A fratura de Smith tipo III é extraarticular com deslocamento volar do fragmento distal e carpo. (No tipo III, a linha de fratura é mais oblíqua do que em uma fratura do tipo I.)" (cap. 15, p. 614). O resumo do capítulo traz a mesma divisão (Resumo do cap. 15, classificação de Thomas).
| Tipo de THOMAS | Traço | O que acontece com o fragmento e o carpo (Green, cap. 15, p. 614) |
|---|---|---|
| I | Extra-articular, transverso | Angulação palmar do fragmento distal |
| II | Intra-articular (Barton volar) | Fragmento volar e carpo desviados para volar e proximal |
| III | Extra-articular, mais oblíquo | Deslocamento volar do fragmento e do carpo |
Repare na linguagem. No tipo I, o fragmento distal inclina para volar e leva o carpo junto, porque o carpo está preso a ele: é o que a alternativa chama de fragmento e carpo desviados em bloco. O que separa o tipo I do III é o traço, transverso no I e mais oblíquo no III, e o tipo de desvio, mais angular no I e de translação no III. Como a questão não oferece o tipo III, a única alternativa que descreve uma fratura de Smith extra-articular de traço transverso é a do tipo I.
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 4 do SIMÃO 2026, que cobrou o tipo I da classificação de Thomas para as fraturas de Smith.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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