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Questão de Outras malformações congênitas (OrtoQuestões Simulados, inspirada no SIMÃO 2026)

Mão e punhoOutras malformações congênitasOrtoQuestões Simulados, inspirada no SIMÃO 2026

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova SIMÃO. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Menino de 2 anos nasceu sem os dedos da mão esquerda, com a deficiência no nível das cabeças dos metacarpos, punho normal e tendões, nervos e vasos proximais presentes. A classificação e uma reconstrução que depende dessas estruturas proximais são, respectivamente,

  1. deficiência transversa; transferência microvascular de dedo do pé
  2. deficiência longitudinal; policização do indicador
  3. deficiência longitudinal central (mão em fenda); fechamento da fenda
  4. deficiência transversa; prótese como única opção, por não haver reconstrução biológica possível
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Gabarito: A · deficiência transversa; transferência microvascular de dedo do pé

Conceito-chave

Transversal ou longitudinal: a pergunta que define a reconstrução. O Green separa as ausências digitais em dois grupos pelo que sobra no segmento proximal (cap. 36, p. 1402). Vale a citação, porque ela responde à questão inteira: "Em uma ausência transversal, o(s) dígito(s) está(ão) ausente(s), mas as estruturas de suporte proximais necessárias para suportar a função digital estão presentes em uma extensão variável", enquanto "Em uma ausência longitudinal, as estruturas de suporte são severamente deficientes ou ausentes" (p. 1402).

TipoO que faltaExemplos (Green, cap. 36, p. 1402)
TransversalOs dedos, com estruturas proximais presentesAmputação congênita por anel de constrição, simbraquidactilia, deficiência transversal
LongitudinalO raio e suas estruturas de suportePolegar ausente na deficiência radial, dedos ulnares na deficiência ulnar, mão em fenda

Por que isso abre a porta para o dedo do pé. O livro continua: a reconstrução da ausência transversal pode ser alcançada substituindo a parte distal ausente, por exemplo por transferência microvascular de dedo do pé (Green, cap. 36, p. 1402). O dedo transferido só funciona se houver o que conectar: artéria e veias para a anastomose, nervos para a sensibilidade e tendões para o movimento. Na deficiência transversal, essas estruturas existem até o nível da falha; na longitudinal, faltam, e por isso o recurso típico é rearranjar o que existe, como na policização.

O caso. Ausência dos dedos no nível das cabeças dos metacarpos, punho normal e tendões, nervos e vasos proximais presentes: é uma ausência transversal, com as estruturas de suporte que permitem uma transferência microvascular.

Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 28 do SIMÃO 2026, que cobrou a classificação da ausência digital e a reconstrução que depende das estruturas proximais.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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