Na radiografia A, a divergência dorsal das superfícies da IFP, denominada sinal do V, indica

- redução concêntrica.
- fratura da tuberosidade.
- subluxação dorsal da IFP.
- ruptura do extensor terminal.
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Conceito-chave
O V denuncia perda de congruência. Uma articulação interfalângica proximal (IFP) reduzida apresenta relação concêntrica entre a cabeça da falange proximal e a base da falange média. Na imagem A, o espaço articular se abre dorsalmente em forma de V: a base da falange média está subluxada dorsalmente.
O painel B mostra o comportamento em flexão. A relação aparentemente melhor nessa posição não torna a lesão estável em extensão. A avaliação dinâmica pode revelar que a articulação só se mantém congruente dentro de um arco restrito. Esse é o motivo para comparar posições e não aceitar uma única radiografia favorável como prova de estabilidade.
Deslizamento ou dobradiça. A perda do contraforte volar pode fazer a base da falange média girar sobre a margem do defeito em vez de deslizar normalmente sobre a cabeça da falange proximal. Esse movimento de dobradiça produz incongruência e compromete o objetivo de mobilização precoce: mover uma articulação mal reduzida não é a mesma coisa que recuperar movimento funcional.
Na investigação da fratura-luxação, devem ser avaliados tamanho e qualidade dos fragmentos, congruência e posição em que a redução se mantém. A radiografia de perfil é central para reconhecer o sinal; uma imagem frontal aparentemente alinhada não afasta o desvio no plano sagital.
Leia a seção “Fratura-luxação da IFP e base da falange média” no resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, na Biblioteca, para conferir o mecanismo e suas implicações.
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