Nas fraturas da falange média proximal e distal à inserção do flexor superficial, os ápices são, respectivamente,

- volar e volar.
- dorsal e volar.
- volar e dorsal.
- dorsal e dorsal.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O nível do traço determina o fragmento tracionado. O flexor superficial insere-se na falange média. Seu efeito deformante depende de a fratura estar proximal ou distal a essa inserção: não basta lembrar que o músculo é um flexor para concluir que todas as fraturas terão o mesmo ápice.
No desenho superior, o traço está distal à inserção do superficial. A tração flexora age no fragmento proximal, enquanto o aparelho extensor atua distalmente, produzindo ápice volar. No desenho inferior, a fratura está proximal à inserção: a ação do superficial sobre o fragmento distal contribui para ápice dorsal.
| Nível na falange média | Deformidade típica |
|---|---|
| Proximal à inserção do superficial | Ápice dorsal |
| Distal à inserção do superficial | Ápice volar |
Ápice não é direção do fragmento distal. O ápice é o vértice da angulação; dizer que ele aponta para volar não é dizer que o fragmento distal inteiro se desloca para volar. A radiografia deve ser interpretada com um referencial claro.
Essa relação também não deve ser transferida automaticamente para a falange proximal, onde os intrínsecos e o aparelho extensor produzem outro arranjo de forças. Na redução, identificar o nível do traço e a tendência à deformidade ajuda a escolher uma estabilização que realmente controle o padrão.
Leia a seção “Desvios das falanges e a falange proximal” no resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, na Biblioteca, para conferir o mecanismo e suas implicações.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo