Na luxação dorsal irredutível da IFD, os bloqueios mais comuns nas lesões fechadas e abertas são, respectivamente,
- flexor profundo; placa volar.
- placa volar; flexor profundo.
- extensor terminal; placa volar.
- placa volar; extensor terminal.
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Conceito-chave
O contexto da luxação muda o bloqueio. Na luxação dorsal da interfalângica distal, a base da falange distal desloca-se dorsalmente em relação à cabeça da falange média. Muitas lesões permitem redução fechada, mas a interposição de partes moles pode tornar a articulação irredutível.
O resumo distingue dois cenários: nas luxações dorsais fechadas, a placa volar é o bloqueio mais comum; nas abertas, destaca-se o tendão flexor profundo. A comunicação com a ferida e o deslocamento dos tecidos mudam a relação anatômica. Distinguir a lesão aberta da fechada ajuda a antecipar quais tecidos podem estar interpostos.
O raciocínio prático. Examinar a ferida, a perfusão e a sensibilidade, obter radiografias e avaliar a função tendínea. Depois da redução, confirmar congruência e estabilidade e testar flexão e extensão ativas da articulação interfalângica distal (IFD). Se há bloqueio, insistir com força não remove a estrutura interposta e pode ampliar o dano. A redução aberta permite identificar e liberar o obstáculo; a lesão aberta também exige limpeza e manejo dos tecidos lesionados.
A placa volar limita a hiperextensão. O flexor profundo insere-se na base volar da falange distal e flexiona a IFD. Conhecer essa disposição ajuda a entender por que ambos podem participar da irredutibilidade, embora tenham predominância em contextos diferentes.
Leia a seção “Luxação da interfalângica distal” no resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, na Biblioteca, para conferir o mecanismo e suas implicações.
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