Na fixação do martelo ósseo ilustrada em B, o fio oblíquo de bloqueio dorsal está ancorado na

- cabeça do metacarpo.
- base da falange média.
- cabeça da falange média.
- base volar da falange distal.
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Conceito-chave
Dois fios, duas funções. A técnica de bloqueio dorsal usa um fio que funciona como anteparo para o fragmento avulsionado e outro que mantém a articulação interfalângica distal (IFD) reduzida. Na imagem B, o fio oblíquo entra dorsalmente junto à região do fragmento e ganha apoio na cabeça da falange média. O fio longitudinal atravessa a IFD e sustenta sua posição.
Com a articulação fletida, coloca-se o bloqueio dorsal próximo ao fragmento. Ao estender e reduzir a falange distal, o fragmento encontra esse anteparo, permitindo recuperar seu contato com a base dorsal. O fio transarticular mantém a redução obtida. Confundir a função de cada fio leva a localizar o bloqueio na falange errada.
O que conferir no perfil. A congruência entre a base da falange distal e a cabeça da falange média, a posição do fragmento dorsal e a trajetória dos fios. O painel A demonstra a lesão antes da fixação; B mostra o resultado do bloqueio e da estabilização. O fio oblíquo não é um parafuso de compressão atravessando diretamente o fragmento.
A técnica é útil em padrões selecionados de martelo ósseo instável, mas não é uma indicação de operar toda avulsão terminal. A decisão começa pela estabilidade, congruência e possibilidade de manter a redução.
Leia a seção “Falange distal: tufo, martelo ósseo, jersey e Seymour” no resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, na Biblioteca, para conferir o mecanismo e suas implicações.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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