Na pseudartrose do escafoide, o critério intraoperatório de referência para necrose do polo proximal é a
- presença de deformidade DISI na radiografia.
- esclerose do fragmento proximal na tomografia.
- abertura volar do foco de pseudartrose na tomografia.
- ausência de sangramento puntiforme após soltar o garrote.
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Conceito-chave
Na pseudartrose do escafoide, saber se o polo proximal está vivo é uma pergunta diferente de saber se o osso está torto ou se o traço permanece aberto. O critério intraoperatório de referência descrito é a ausência de sangramento puntiforme no polo proximal depois de soltar o garrote.
A liberação do garrote é parte essencial da interpretação: enquanto a circulação está deliberadamente bloqueada, a ausência de sangramento não responde à mesma pergunta sobre viabilidade. O achado precisa ser observado no contexto cirúrgico adequado, e não inferido automaticamente de uma deformidade radiográfica.
A imagem ajuda a estudar o foco, mas tem limitações para a biologia. O resumo informa que a esclerose na tomografia é muito específica, porém pouco sensível para necrose; portanto, nem toda necrose será reconhecida por esse sinal. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Escafoide: consolidação viciosa e pseudartrose.
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