Na fixação da fratura do polo proximal do escafoide, o acesso que facilita a compra no pequeno fragmento é o
- palmar ulnar.
- volar radial.
- palmar central.
- dorsal limitado.
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Conceito-chave
O fragmento proximal pequeno muda o problema da fixação. Além da irrigação retrógrada, existe pouco osso para a compra do implante e risco de fragmentação durante a introdução do parafuso. A posição central e a estabilidade precisam ser obtidas preservando os tecidos que podem participar da revascularização.
O acesso dorsal facilita o contato com o polo proximal e a colocação de um parafuso no eixo do escafoide. O capítulo descreve uma abordagem dorsal limitada na região escafolunar, com proteção dos tendões extensores e capsulotomia restrita. Parafusos menores podem ser necessários em fragmentos pequenos.
O acesso volar tem outras vantagens: permite reduzir determinadas deformidades sem flexionar o punho e é útil quando a correção do comprimento e do humpback exige enxerto estrutural. Na fixação percutânea de fraturas da cintura, não existe superioridade clínica universal de uma das vias.
Assim, a pergunta não afirma que todo escafoide deve ser operado por dorsal. Ela relaciona localização proximal, tamanho do fragmento e possibilidade de obter compra. A proteção da crista dorsal e a conferência de que o implante não invade as articulações continuam essenciais.
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