Segundo o SWIFFT, na fratura aguda da cintura do escafoide com desvio inferior a 2 mm, a estratégia inicial é
- imobilização com gesso.
- fixação percutânea imediata.
- redução aberta e enxerto ósseo.
- fixação imediata com enxerto vascularizado.
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Conceito-chave
Para a fratura aguda da cintura do escafoide com menos de 2 mm de desvio, o SWIFFT recomenda iniciar com gesso e operar as que evoluírem para pseudartrose. O resumo descreve diferença mínima de resultado em um ano entre as estratégias comparadas, sem sustentar que cirurgia imediata seja obrigatória para toda cintura com pequeno desvio.
A cirurgia pode encurtar a recuperação e o tempo até a união, mas também acrescenta complicações. Por isso, a decisão envolve padrão da fratura, controle do alinhamento, evolução da consolidação e expectativas da pessoa; não basta concluir que parafuso sempre é melhor porque é um tratamento mais invasivo.
A resposta se refere à população e ao cenário do ensaio. Não deve ser aplicada indistintamente ao polo proximal, a uma fratura-luxação ou a uma pseudartrose com deformidade e dificuldade biológica. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de tratamento agudo e pseudartrose do escafoide.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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