Paciente sofre amputação completa da falange distal polegar, onde o reimplante não é possível pelo grau de esmagamento do dedo. Pode-se lançar mão de algum(ns) retalho(s) pediculado(s) intrínseco(s) para evitar encurtamento adicional deste coto. Idealmente o retalho
- P.A.P., retalho S.G.A.P. e retalho T.U.G.
- o do ancôneo, retalho do braquiorradial e retalho de Corinne Becker.
- de Bakamjian, Retalho I.M.A.P., retalho delto-peitoral.
- de Moberg, de Littler e kite (retalho da 1ª a. metacarpiana dorsal).
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Conceito-chave
Cobertura da ponta do polegar procura preservar comprimento, sensibilidade e pinça. Quando reimplante não é possível, Moberg, Littler e retalho da primeira metacarpiana dorsal são opções locais ou regionais pediculadas, escolhidas conforme defeito e tecidos disponíveis.
Moberg avança tecido volar com feixes neurovasculares e oferece pele sensível, mas alcance e tensão limitam uso. Littler transfere tecido neurovascular de outro dedo, com morbidade e adaptação sensitiva. Kite usa a primeira artéria metacarpiana dorsal e cobre defeitos apropriados.
Nem todos servem para a mesma perda. Tamanho, orientação, exposição e lesão dos pedículos precisam ser avaliados. Uma opção sensível não é automaticamente a menos mórbida.
Retalhos de coxa, glúteo, tórax ou músculos maiores podem ser úteis em outras reconstruções, mas não são o conjunto intrínseco pediculado solicitado para a ponta do polegar.
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