A respeito do retalho cutâneo lateral do braço, pode-se afirmar:
- Seu pedículo vascular contém a artéria colateral radial posterior e comitantes, e a estrutura em risco para dissecção durante o seu levantamento cirúrgico é o nervo radial.
- Pode ser composto com componente ósseo, no caso, a ulna diafisária.
- Trata-se de um retalho fasciocutâneo de irrigação septal com pedículo localizado no intervalo entre os músculos tríceps e o bíceps.
- Sua artéria, a semelhança dos retalhos da cintura escapular, tem diâmetro externo em torno de 3,0 a 4,0 mm.
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Conceito-chave
Retalho lateral do braço utiliza o sistema colateral radial posterior, ramo da profunda do braço, com vasos acompanhantes. O pedículo tem relação próxima ao radial, que precisa ser protegido durante dissecção. A ilha cutânea acompanha perfurantes septais laterais.
O intervalo relevante situa-se entre tríceps e o grupo lateral/anterior, com braquial e braquiorradial conforme o nível, não simplesmente entre tríceps e bíceps. Localizar o septo e o nervo esclarece o acesso.
Pode haver componente ósseo humeral em configurações específicas, não ulna diafisária, que está no antebraço. Calibre é geralmente menor que o de grandes pedículos escapulares; não se presume um vaso de 3 a 4 mm.
Espessura, sensibilidade, tamanho e morbidade da área doadora orientam utilização. A proximidade neural não inviabiliza o retalho, mas exige identificação cuidadosa.
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