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Questão de Retalhos e cobertura cutânea (USP-SP 2026)

Mão e punhoRetalhos e cobertura cutâneaUSP-SP 2026

Assinale a alternativa correta em relação ao manejo das feridas crônicas do membro inferior nos pacientes diabéticos.

  1. A mortalidade, em 5 anos, de pacientes diabéticos submetidos a amputação de membro inferior, excede os 50%.
  2. Meta-análises indicam que a taxa de sucesso de retalhos livres nestes pacientes é de menos de 50%.
  3. Reconstruções definitivas podem ser feitas com segurança no mesmo tempo de intervenções vasculares para reperfusão do membro.
  4. Roubo de fluxo é uma complicação frequente em pacientes diabéticos submetidos a reconstrução com retalhos livres.
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Gabarito: A · A mortalidade, em 5 anos, de pacientes diabéticos submetidos a amputação de membro inferior, excede os 50%.

Conceito-chave

Ferida diabética de membro inferior envolve neuropatia, carga, perfusão e infecção em combinações diferentes. Fechar a pele sem corrigir essas condições pode fracassar. A avaliação vascular e o controle do foco precedem uma reconstrução definitiva bem planejada.

Mortalidade em cinco anos após amputação pode ultrapassar 50% em diversas séries, refletindo doença sistêmica, risco cardiovascular e gravidade do quadro. O valor não é uma previsão individual nem prova de que a amputação causou todas as mortes.

Retalhos livres podem ter bons resultados em pacientes selecionados. Não é correto atribuir sucesso abaixo de 50% como regra geral. Revascularização e cobertura podem ser combinadas em centros e casos apropriados, mas não se garantem segurança universal no mesmo tempo.

Roubo de fluxo precisa ser considerado, porém não é uma complicação necessariamente frequente em toda reconstrução diabética. Perfusão, vasos receptores e demanda do retalho orientam seleção.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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