Assinale a alternativa correta em relação ao manejo das feridas crônicas do membro inferior nos pacientes diabéticos.
- A mortalidade, em 5 anos, de pacientes diabéticos submetidos a amputação de membro inferior, excede os 50%.
- Meta-análises indicam que a taxa de sucesso de retalhos livres nestes pacientes é de menos de 50%.
- Reconstruções definitivas podem ser feitas com segurança no mesmo tempo de intervenções vasculares para reperfusão do membro.
- Roubo de fluxo é uma complicação frequente em pacientes diabéticos submetidos a reconstrução com retalhos livres.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Ferida diabética de membro inferior envolve neuropatia, carga, perfusão e infecção em combinações diferentes. Fechar a pele sem corrigir essas condições pode fracassar. A avaliação vascular e o controle do foco precedem uma reconstrução definitiva bem planejada.
Mortalidade em cinco anos após amputação pode ultrapassar 50% em diversas séries, refletindo doença sistêmica, risco cardiovascular e gravidade do quadro. O valor não é uma previsão individual nem prova de que a amputação causou todas as mortes.
Retalhos livres podem ter bons resultados em pacientes selecionados. Não é correto atribuir sucesso abaixo de 50% como regra geral. Revascularização e cobertura podem ser combinadas em centros e casos apropriados, mas não se garantem segurança universal no mesmo tempo.
Roubo de fluxo precisa ser considerado, porém não é uma complicação necessariamente frequente em toda reconstrução diabética. Perfusão, vasos receptores e demanda do retalho orientam seleção.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo