Considerando o monitoramento pós-operatório e a reexploração de retalhos livres, assinale a alternativa correta.
- A avaliação de cor do retalho é subjetiva e não é útil para diferenciar insuficiência arterial de congestão venosa, já que ambos apresentam palidez semelhante.
- O sinal clínico mais precoce de insuficiência venosa é a presença de um retalho pálido com tempo de preenchimento capilar lento e ausência de sangramento.
- O uso de temperatura diferencial é uma ferramenta útil, já que uma diferença superior a 1,8 °C entre o retalho e a pele adjacente pode sugerir obstrução vascular.
- A utilização de trombolíticos endovenosos é a primeira escolha nos casos de trombose de retalho, mesmo quando a reexploração cirúrgica é possível.
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Conceito-chave
Monitorar retalho livre procura distinguir falta de entrada arterial de dificuldade de saída venosa. Insuficiência arterial tende a produzir palidez, frio, enchimento lento e pouco sangramento. Congestão venosa tende a causar coloração escura, edema e enchimento rápido, com sangue escuro.
Temperatura comparada à pele adjacente pode acrescentar informação. Diferença de 1,8 °C é o limiar da referência escolhida, mas não um diagnóstico universal isolado. Ambiente, tipo de retalho e método de medida influenciam o valor.
Suspeita de trombose exige resposta rápida. Reexploração pode remover coágulo, corrigir torção ou revisar anastomose. Trombolíticos têm usos selecionados e riscos, sem substituir automaticamente uma causa cirurgicamente corrigível.
O melhor acompanhamento combina evolução clínica e métodos auxiliares. Nenhuma cor ou temperatura deve ser interpretada fora do conjunto.
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