A fixação percutânea do escafoide, por via volar,
- permite a colocação do parafuso no eixo central do escafoide.
- apresenta como vantagem o fato de não haver tendões na via de acesso.
- é indicada principalmente para fraturas do polo proximal.
- é facilitada com o desvio radial do punho na cirurgia.
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Conceito-chave
Na fixação percutânea volar do escafoide, o corredor descrito no resumo tem a vantagem de não haver tendão no trajeto de entrada. Isso não significa que a região palmar do punho inteira seja desprovida de tendões: a afirmação é sobre a trajetória planejada do procedimento.
O punho fica estendido e em desvio ulnar, o que afasta o trapézio e ajuda a redução. A entrada é junto ao tubérculo, e a fonte aponta a menor centralidade do parafuso como uma limitação em comparação com a via dorsal. Já a via dorsal facilita uma trajetória central e melhor compra no polo proximal, embora a flexão necessária possa desreduzir um padrão instável.
Assim, a escolha da via deve responder à localização e à geometria da fratura. Acesso, posição do punho e objetivo da trajetória são decisões relacionadas, mas diferentes. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seção Escafoide: tratamento da fratura aguda.
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