Sobre a fratura luxação de Galeazzi, assinale a alternativa correta.
- Fraturas a menos de 7,5 cm da superfície articular do rádio têm menor probabilidade de lesão da articulação radioulnar distal.
- A incongruência da articulação radioulnar distal pode ser devida à interposição do extensor ulnar do carpo.
- Geralmente, a articulação radioulnar distal é mais estável em pronação.
- A fixação preconizada é pela face dorsal do rádio.
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Conceito-chave
Galeazzi exige reconstruir o rádio e depois verificar a radioulnar distal. Uma articulação que permanece incongruente pode estar presa por interposição do extensor ulnar do carpo, depois de confirmar que a redução radial é anatômica. Esse é um bloqueio de redução, diferente da articulação que reduz, mas continua instável.
A distância do traço ajuda na suspeita: o grupo a até 7,5 cm da superfície articular tem maior, não menor, associação com instabilidade. O próprio resumo ressalva a precisão limitada desses marcadores isolados, recomendando teste intraoperatório após a placa.
A direção mais comum da luxação distal é dorsal, protegida habitualmente em supinação; a volar pode ser protegida em pronação. A decisão final acompanha a posição de maior estabilidade observada na sala. Não existe regra de que toda Galeazzi deva ser imobilizada em pronação.
A via volar é a mais usada, porque o foco costuma estar na metade distal do rádio. Leia as seções de tratamento e de radioulnar irredutível, na Biblioteca. Elas unem os quatro pontos da questão: risco, bloqueio, rotação protetora e acesso, sem transformá-los em regras universais desconectadas.
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