Paciente submetido a tratamento cirúrgico por lesão dos tendões flexores, conforme imagem a seguir: Estão identificados como “A” e “B” respectivamente:

- A polia A1 e o tendão flexor profundo suturado.
- A polia A1 e o tendão flexor superficial suturado.
- A polia A2 e o tendão flexor profundo suturado.
- A polia A2 e o tendão flexor superficial suturado.
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Conceito-chave
A2 fica sobre a falange proximal e mantém os flexores próximos ao osso. O flexor profundo atravessa o sistema e termina na base da falange distal. O superficial divide-se e se insere na falange média, permitindo passagem do profundo.
Na imagem, A identifica a polia A2 e B, o flexor profundo reparado. A posição sobre a falange e a continuidade do tendão ajudam a distinguir de A1, localizada no nível metacarpofalângico, e dos ramos do superficial.
Preservar polias importantes limita o efeito de corda de arco, que afasta o tendão do osso e altera a excursão necessária. Liberações selecionadas podem ser usadas para permitir deslizamento, mas não justificam retirar indiscriminadamente todo o sistema.
Após reparo, resistência da sutura e reabilitação precisam ser equilibradas com risco de ruptura e aderência. Identificar polia e tendão é o primeiro passo para entender quais estruturas transmitem e contêm a força.
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