A melhor indicação para reimplante numa amputação de dedo único que não o polegar, do segundo ao quinto, é o
- quarto dedo por avulsão do anel.
- terceiro dedo na zona 2 flexora.
- quinto dedo com lesão segmentar.
- segundo dedo distal à inserção do flexor superficial.
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Conceito-chave
Num dedo único não polegar, o nível pode determinar se o reimplante devolverá função útil. Uma amputação distal à inserção do flexor superficial preserva a flexão proximal e tende a oferecer melhor balanço funcional que uma lesão na zona II com grave dano de tendões e bainhas.
Avulsão de anel pode lesar vasos por um segmento extenso. Lesão segmentar também amplia a reconstrução. Esses mecanismos não tornam todo reimplante impossível, mas reduzem a simplicidade e a previsibilidade do resultado.
A questão escolhe indicador distal à inserção do superficial. O objetivo é conservar sensibilidade, comprimento e uma articulação proximal funcional, sem acrescentar um dedo rígido que atrapalhe a mão.
A decisão real inclui idade, trabalho, mão dominante, qualidade da parte, tempo e recursos. Não é uma regra para negar reimplante em outras situações, especialmente quando há múltiplos dedos ou necessidades particulares.
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