Observe a fratura de rádio distal a seguir: Assinale, segundo a classificação de Fernandez, como essa fratura é classificada.

- Tipo I.
- Tipo II.
- Tipo III.
- Tipo IV.
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Conceito-chave
Fernandez classifica fraturas do rádio distal pelo mecanismo predominante. Tipo I é flexão, como padrões extra-articulares de Colles ou Smith; II é cisalhamento articular; III, compressão ou impacto; IV, avulsão associada à instabilidade ou luxação; V combina mecanismos.
As imagens mostram um fragmento marginal articular e deslocamento em bloco da relação radiocárpica, compatíveis com cisalhamento, tipo II. Isso difere de apenas angulação extra-articular ou depressão central da superfície por compressão.
Classificar pelo mecanismo não dispensa descrever lado, tamanho do fragmento, desvio e estabilidade. Tomografia ajuda a planejar suporte de fragmentos articulares que podem escapar de uma montagem aparentemente adequada.
O tratamento deve restabelecer congruência e sustentação da superfície. O número II não decide sozinho a abordagem ou o implante, mas explica por que um fragmento de borda pode precisar de suporte específico.
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