Paciente com 6 meses de idade com diagnóstico de paralisia obstétrica à direita. Ao Exame Físico: MSD com incapacidade de flexão do cotovelo, ombro em adução e rotação interna. Boa função da mão e do punho. Sem sinal de Horner. Assinale qual é a conduta mais adequada.
- Liberação da contratura em rotação interna e transferência pró rotação externa.
- Exploração cirúrgica do plexo braquial.
- Reavaliação em 3 meses quanto ao retorno do bíceps antigravidade.
- Reavaliação em 6 meses quanto ao retorno do bíceps antigravidade.
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Conceito-chave
Ausência de recuperação do bíceps aos seis meses é um sinal importante numa paralisia obstétrica. O caso mantém mão e punho funcionantes, mas não recuperou flexão do cotovelo, sugerindo comprometimento predominantemente superior que ainda requer avaliação de reconstrução neural.
Marcos e critérios cirúrgicos variam com protocolo e gravidade. Porém, aguardar mais três ou seis meses sem uma avaliação especializada pode perder tempo útil para reinervar músculos. Ausência de Horner não significa lesão leve nem garante recuperação espontânea.
Exploração do plexo permite avaliar lesões e planejar reconstruções conforme achados. Ela não obriga uma técnica única: enxertos, neurotizações e outras estratégias dependem de continuidade e doadores.
Liberação de contratura e transferência muscular no ombro tratam sequelas mecânicas e desequilíbrio, mas não substituem avaliar a recuperação neural nessa idade. A prioridade descrita é a função do cotovelo ainda ausente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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