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Questão de Fraturas do escafoide e do carpo (USP-SP 2024)

Mão e punhoFraturas do escafoide e do carpoUSP-SP 2024

Paciente de 19 anos refere história de queda sob a mão esquerda espalmada há cerca de 1 ano. Dor no punho esquerdo há 4 meses. Nega diagnósticos ou tratamentos prévios. Foram solicitadas radiografias do punho e, após, complementada a investigação radiológica com tomografia computadorizada de punho, conforme as imagens a seguir: Assinale a alternativa com o tratamento cirúrgico recomendado para o caso apresentado.

Imagem da prova USP-SP 2024.
Imagem da prova USP-SP 2024.
  1. Via dorsal, enxerto ósseo estruturado dorsal e fixação com placa de escafoide.
  2. Via volar, enxerto ósseo estruturado volar e fixação com parafuso de compressão tipo Herbert.
  3. Via dorsal, enxerto ósseo esponjoso dorsal e fixação com parafuso de compressão tipo Herbert.
  4. Via volar, enxerto ósseo esponjoso volar e fixação com parafuso de compressão tipo Herbert.
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Gabarito: B · Via volar, enxerto ósseo estruturado volar e fixação com parafuso de compressão tipo Herbert.

Conceito-chave

O intervalo de um ano após o trauma e as imagens de radiografia e tomografia apontam para pseudartrose do escafoide com deformidade em flexão. O defeito na região da cintura e a alteração de forma fazem a pergunta ir além de preencher um foco que não consolidou: é preciso recuperar o alinhamento e o comprimento.

Na fratura instável, o fragmento distal tende a fletir enquanto o proximal estende com o semilunar. Forma-se a corcunda, ou humpback. O resumo explica que a perda de suporte pode levar ao DISI e ao colapso. Não foi medida uma angulação nos painéis nem foi deduzida necrose pela densidade dos fragmentos.

Para a pseudartrose instável com deformidade, a fonte descreve via volar, distração e cunha estrutural, com estabilização por parafuso de compressão. O enxerto estrutural devolve a sustentação e ajuda a corrigir a forma; o esponjoso tem papel biológico importante, mas não é uma escora equivalente para corrigir o defeito mecânico. A escolha do acesso acompanha o objetivo: volar para corrigir alinhamento; dorsal para alcançar o pequeno polo proximal em outras situações. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de colapso e tratamento da pseudartrose.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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