Sobre a tenossinovite estenosante dos flexores dos dedos (dedo em gatilho), assinale a alternativa correta.
- Ruptura tendínea após infiltração com corticóide é frequente, devendo ser realizada somente em pacientes sem condições cirúrgicas.
- Diabetes melito e artrite reumatoide são fatores de risco.
- No gatilho grau I (classificação de Quinnell), paciente apresenta gatilho ao exame físico, porém com flexo- extensão ativa preservada.
- No gatilho grau III (classificação de Quinell), paciente apresenta contratura em flexão, fixa, da articulação interfalângica proximal.
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Conceito-chave
Dedo em gatilho resulta de conflito de deslizamento entre tendão flexor e polia, geralmente A1. O dedo pode doer, prender ou travar durante o movimento. Diabetes e artrite reumatoide são associações relevantes, embora nem todo paciente tenha essas condições.
Na classificação de Quinnell, grau I corresponde a sintomas e movimento irregular sem gatilho demonstrado; II, gatilho corrigido ativamente; III, necessidade de ajuda passiva; IV, contratura fixa. Existem modificações do sistema, que devem ser identificadas ao comparar tabelas.
Infiltração com corticoide é uma opção para muitos casos, não apenas pacientes incapazes de operar. Ruptura tendínea é uma complicação possível, mas incomum; dose, técnica e repetições influenciam riscos. Diabetes também pode alterar resposta e glicemia.
Liberação da A1 é indicada conforme persistência, gravidade e contexto. A decisão não depende apenas de classificar um travamento: é preciso avaliar função, duração e doença associada.
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