Assinale a alternativa correta sobre as cordas espirais no Dupuytren.
- Estão presentes em 50% dos pacientes com contratura.
- Elas vem das fibras superficiais das bandas centrais.
- São proximalmente laterais e profundas ao feixe.
- Elas não desviam o feixe vasculonervoso.
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Conceito-chave
A corda espiral de Dupuytren é importante porque modifica a posição do feixe neurovascular digital. Ela envolve componentes fasciais e conexões digitais que, ao contrair, podem deslocar o feixe para uma posição mais superficial e central. Isso aumenta o risco de lesão durante a dissecção.
Não é apenas uma banda central superficial engrossada. Componentes como banda espiral, folha digital lateral e ligamento de Grayson participam do arranjo. A anatomia patológica deve ser reconhecida ao longo do trajeto, porque corda e feixe mudam suas relações.
A banca aceita uma frequência de 50% entre pacientes com contratura. Esse valor é uma referência da fonte adotada, não uma constante de qualquer população. Na prática, o ponto decisivo é procurar a corda e localizar o feixe, mesmo quando a estimativa epidemiológica difere.
A ausência de deformidade externa evidente não garante um nervo na posição habitual. Dissecção segura depende de identificação direta e preservação dos planos, sem cortar uma estrutura apenas por parecer uma faixa fibrosa.
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