Criança de 3 anos sofreu amputação por correia de bicicleta acometendo a porção distal do quinto dedo da mão ao nível da base da unha. Assinale a conduta recomendada.
- Reimplantar com anastomose arterial e anastomose de duas veias dorsais.
- Reimplantar com anastomose arterial e anastomose de uma veia dorsal.
- Descartar a parte amputada e realizar curativo com prótese de polipropileno.
- Reparar o fragmento ósseo contendo o leito ungueal associado a retalho cutâneo.
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Conceito-chave
Na amputação distal infantil, preservar comprimento e aparelho ungueal pode ter grande valor funcional. O nível, mecanismo, qualidade da parte amputada e vasos disponíveis determinam se cabem reimplante microvascular, uso de componentes ou outra cobertura.
Neste caso, a prova escolhe reparar o fragmento ósseo e o leito ungueal, associando retalho cutâneo. A intenção é manter suporte para a unha e tecido aproveitável sem exigir as anastomoses venosas descritas nas outras opções.
Uma criança de três anos pode ter vasos muito pequenos, e a avulsão por correia pode ampliar dano além do nível externo. Porém idade baixa não é contraindicação ao reimplante, e a inexistência de duas veias dorsais não o torna sempre impossível. Há técnicas selecionadas para amputações distais com drenagem limitada.
O gabarito deve ser aprendido como a escolha desse caso, sem generalizar que amputações distais em crianças devem ser descartadas. Viabilidade, contaminação, tempo, recursos e custo funcional precisam ser considerados.
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