Paciente de 11 anos apresenta sequela de queimadura na mão, conforme imagem a seguir: O paciente foi submetido ao procedimento demonstrado a seguir: Em relação a este retalho, assinale a alternativa correta.



- Sua inervação se dá pelo nervo auricular posterior.
- O retalho pode ser elevado em conjunto com o escalpo, para reconstruções de áreas pilosas como supercílio ou bigode.
- É um retalho muscular ou musculocutâneo, tipo III de Mathes e Nahai (pedículos: artérias temporais profundas anterior e posterior).
- É uma alternativa interessante para cobertura de mãos e pés, em virtude de sua espessura fina, no entanto não deve ser utilizada no caso de exposição de tendões pois não permite bom deslizamento deles.
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Conceito-chave
O retalho de fáscia temporoparietal oferece tecido fino e vascularizado para cobertura. As imagens mostram sua elevação na região temporal e aplicação sobre a mão. Ele é diferente do retalho do músculo temporal, embora ambos provenham de regiões próximas.
A fáscia temporoparietal se relaciona ao sistema temporal superficial. Pode ser transferida com tecido piloso do escalpo para reconstruir áreas como supercílio e bigode, quando isso atende ao defeito. Nervo auricular posterior não é a descrição adequada de uma inervação funcional desse retalho fascial.
Músculo temporal possui vascularização pelas artérias temporais profundas e pertence a outra unidade anatômica. A alternativa C mistura essa anatomia muscular com o retalho fino mostrado.
Cobertura fascial vascularizada, frequentemente complementada por enxerto cutâneo, pode proteger tendões e oferecer um plano de deslizamento. Exposição de tendão é justamente um problema que pode motivar cobertura vascularizada; não constitui proibição automática da técnica. O resultado depende de viabilidade, mobilização e reabilitação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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