Em relação a uma criança portadora de polidactilia pós-axial tipo A, assinale qual o procedimento recomendado.
- A policização.
- A excisão do dedo.
- A observação até a fase adulta.
- A cirurgia de Bilhaut-Cloquet.
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Conceito-chave
Na polidactilia pós-axial, o dedo extra está no lado ulnar da mão. Tipo A é uma duplicação bem formada, com componentes osteoarticulares; tipo B é um apêndice rudimentar, habitualmente pediculado. Essa diferença impede escolher o tratamento apenas pelo número de dedos.
No tipo A, a cirurgia costuma incluir excisão do componente extra e reconstrução das estruturas necessárias para estabilizar e equilibrar o dedo remanescente. Simples ligadura de um pedículo, usada historicamente em algumas formas rudimentares, não resolve um dedo articulado e pode deixar deformidade.
Policização transforma um dedo, em geral o indicador, num polegar. Bilhaut-Cloquet combina partes de componentes duplicados, principalmente em duplicações do polegar selecionadas. Nenhuma é o procedimento habitual para retirar uma duplicação pós-axial bem formada.
A avaliação considera radiografias, articulações compartilhadas, tendões, ligamentos, nervos e vasos. O objetivo da excisão não é apenas reduzir a contagem de dedos, mas preservar função, estabilidade e contorno.
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