Em relação aos carcinomas de pele não melanoma, assinale a alternativa correta.
- O carcinoma espinocelular é de quatro a cinco vezes mais comum que o carcinoma basocelular.
- Pacientes que apresentaram câncer de pele não melanoma apresentam risco de 30 a 50% de nova lesão em 5 anos.
- O tratamento de escolha é a cirurgia micrográfica de Mohs.
- O mapeamento do linfonodo sentinela está sempre indicado nos carcinomas espinocelulares do membro superior.
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Conceito-chave
Quem já teve um câncer de pele não melanoma tem risco aumentado de novas lesões. A faixa de 30–50% em cinco anos é a estimativa adotada pela questão, variando com população, exposição, imunossupressão e tumor anterior. Isso justifica seguimento e proteção, não uma previsão individual exata.
Carcinoma basocelular é mais frequente que espinocelular na população geral; A inverte a relação. Espinocelular tem maior preocupação com disseminação em padrões de alto risco, mas nem todo caso exige avaliação de linfonodo sentinela.
Cirurgia micrográfica de Mohs é valiosa em tumores selecionados, sobretudo quando se precisa poupar tecido, controlar margens ou tratar alto risco e recorrência. Não é obrigatoriamente o tratamento de escolha para toda lesão, independentemente de tamanho, sítio e histologia.
A escolha integra confirmação diagnóstica, risco e condições do paciente. Um histórico de lesão tratada não encerra vigilância: uma nova área ulcerada, endurecida ou que não cicatriza deve ser avaliada, sem assumir que seja apenas cicatriz.
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