O que indica uma diferença na medição da temperatura superficial entre um retalho microcirúrgico e um controle na pele do mesmo paciente na monitorização pós-operatória (primeiras 72 horas) acima de 1,8 °C?
- Congestão venosa.
- Oclusão arterial.
- Padrão normal para um retalho microcirúrgico recente.
- Necessidade de um padrão de monitoramento de 3 em 3 horas.
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Conceito-chave
Queda de temperatura pode sinalizar redução de perfusão de um retalho. Comparar com pele-controle do mesmo paciente reduz parte do efeito de temperatura ambiente e condições sistêmicas. A diferença deve ser acompanhada ao longo do tempo, junto a cor, turgor, enchimento e Doppler.
O gabarito B associa diferença acima de 1,8 °C à oclusão arterial. Esse limiar aparece em estudos e protocolos específicos, mas não diagnostica isoladamente causa e local da falha. O enunciado também não diz explicitamente que o retalho está mais frio, uma direção necessária para interpretar o sinal.
Congestão venosa também pode prejudicar a perfusão e alterar temperatura. Por isso, um número não separa sempre arterial de venoso. A suspeita de comprometimento exige avaliação imediata e decisão de salvamento, sem esperar a próxima medida agendada.
Termografia pode complementar vigilância, mas profundidade do retalho, isolamento, cobertura e técnica de medição influenciam leitura. A finalidade é detectar deterioração cedo, não trocar o exame por um alarme numérico universal.
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