No tratamento do dedo em botoeira segundo Curtis, a secção do ligamento retinacular transverso é o estágio
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Conceito-chave
Curtis organiza correção da botoeira por etapas, interrompendo a progressão quando a extensão suficiente é obtida. O princípio evita reconstruir mais estruturas que o necessário num dedo com aparelho extensor e partes moles já comprometidos.
A primeira etapa envolve liberação/tenólise para recuperar excursão. A segunda inclui secção do ligamento retinacular transverso, que pode manter bandas laterais em posição volar. Etapas posteriores tratam alongamento e insuficiência persistentes da banda central conforme a deformidade.
A seleção depende de extensão passiva, flexibilidade e integridade articular. Uma proximal rígida por cápsula ou artrose não é resolvida apenas pelo nome de uma operação extensora. Antes de cada avanço, avaliar o ganho real e o equilíbrio com a distal.
O retinacular transverso não é o triangular. O triangular está ligado à contenção dorsal das bandas laterais; o transverso relaciona-se à contenção lateral/volar e pode contribuir para manter a deformidade. Na sequência de Curtis, sua secção é o estágio II.
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