Homem, 28 anos de idade, carpinteiro, é avaliado após sofrer uma amputação completa do polegar da mão esquerda não dominante ao usar uma serra de mesa. A lesão resultou em destruição da articulação carpometacarpal. O reimplante foi tentado, mas não teve sucesso. A policização do dedo indicador não lesionado está planejada para reconstrução. Assinale a alternativa que apresenta a articulação do dedo indicador que funcionará melhor como a articulação carpometacarpal do polegar reconstruído após a policização.
- Carpometacarpal.
- Metacarpofalângica.
- Interfalângica distal.
- Interfalângica proximal.
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Conceito-chave
Na policização, o indicador é reorganizado para criar um raio com comprimento e mobilidade de polegar. A destruição da carpometacarpal original exige construir uma nova articulação basal funcional. A metacarpofalângica do indicador pode assumir esse papel após reposicionamento.
Isso ajuda a entender por que não basta transpor um dedo inteiro sem modificar sua arquitetura. A nova base precisa permitir posicionamento para oposição, enquanto as interfalângicas ficam disponíveis para outras funções. Rotação e orientação da cabeça metacarpal são ajustadas conforme a técnica.
Vasos, nervos e motores devem ser preservados e reequilibrados. Um dedo bem perfundido, mas mal posicionado, pode não formar pinça útil. A cirurgia também tem custo de perder um raio, que é comparado ao ganho esperado na ausência do polegar.
A pergunta pede qual articulação funciona melhor como a nova carpometacarpal. A resposta é a metacarpofalângica, não a carpometacarpal do indicador, que tem mobilidade limitada e não reproduz a exigência de uma base de polegar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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