Na paralisia cerebral o ângulo de Volkmann é medido com
- o punho e dedos fletidos em relação a borda volar do antebraço.
- o punho estendido e os dedos fletidos em relação a borda dorsal do antebraço.
- o punho e dedos estendidos em relação a borda dorsal do antebraço.
- o punho fletido e os dedos estendidos em relação a borda volar do antebraço.
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Conceito-chave
O ângulo de Volkmann avalia a relação entre extensão do punho e comprimento funcional dos flexores dos dedos. Com os dedos mantidos estendidos, examina-se quanto o punho pode estender, usando a face dorsal do antebraço como referência. Essa combinação tensiona a unidade flexora extrínseca.
Flexionar os dedos relaxa os flexores longos e pode permitir mais extensão do punho, ocultando um componente de encurtamento. Por isso, a posição dos dedos faz parte da medida, e não é um detalhe dispensável. Na paralisia cerebral, espasticidade e contratura precisam ser diferenciadas no planejamento.
O resultado pode ajudar a decidir se há necessidade de alongamento e a acompanhar postura, mas não resume toda a função. Controle motor, sensibilidade, músculos doadores e capacidade de usar a mão também importam. Uma melhora angular não assegura melhora em todas as tarefas.
O epônimo não se refere aqui ao diagnóstico de contratura isquêmica de Volkmann. A pergunta trata de uma medida funcional no membro com deformidade espástica, que exige posição padronizada para poder ser comparada.
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