Sobre a epidemiologia do carcinoma espinocelular na mão, assinale a alternativa correta.
- Mais frequente em mulheres.
- Não tem correlação com o papilomavírus.
- Raramente acomete o perioníquio.
- Acomete mais frequentemente o polegar.
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Conceito-chave
Carcinoma espinocelular pode ocorrer no aparelho ungueal e simular doença benigna crônica. Lesão persistente periungueal, distrofia, ulceração ou quadro que não responde ao tratamento habitual exige investigação. A pergunta destaca o polegar no contexto digital/ungueal, sem definir frequência de todos os carcinomas cutâneos da mão.
Papilomavírus humano pode estar associado a certos carcinomas ungueais. Exposição, imunossupressão e outras condições também entram na avaliação. A associação não significa que toda verruga evolua para câncer ou que todo tumor tenha HPV demonstrado.
O diagnóstico é histológico. Biópsia deve colher tecido representativo e ser planejada com a anatomia da unha. A extensão, inclusive eventual comprometimento ósseo, orienta tratamento; não se deve repetir indefinidamente antibiótico ou antifúngico numa lesão solitária suspeita.
O ponto útil é reconhecer o sítio e o diagnóstico diferencial com paroníquia e verruga. Uma lesão crônica atípica não precisa parecer uma massa volumosa para merecer biópsia.
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