Em relação à técnica de fixação das fraturas da extremidade distal do radio com placa bloqueada, assinale a alternativa correta.
- Pinos são mais difíceis de serem retirados em casos tardios de osteossíntese.
- Preencher as duas fileiras de parafusos distais é mecanicamente mais estável do que uma fileira apenas.
- Sempre colocar o parafuso exatamente do mesmo tamanho que foi medido.
- Parafusos com ângulo variado são a melhor opção, mesmo com a placa na posição ideal.
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Conceito-chave
Fixação bloqueada precisa sustentar os fragmentos sem criar lesão por material proeminente. Placa, fileiras distais e trajetória dos parafusos são escolhidas pelo padrão da fratura. Preencher todos os orifícios não garante estabilidade melhor se o implante não suporta o fragmento crítico.
Pinos ou pegs podem ter dificuldade de retirada tardia, conforme desenho, fixação ao implante e condições do osso. A é a resposta da prova. Esse comportamento é específico do sistema e não significa que todo pino seja sempre mais difícil que todo parafuso.
Medida de comprimento deve ser interpretada com risco de ultrapassar a cortical dorsal e irritar extensores. Imagens complementares intraoperatórias ajudam a reconhecer protrusão que uma lateral comum pode não mostrar. “Exatamente o tamanho medido” não é uma regra segura independente de precisão e trajetória.
Parafusos de ângulo variável oferecem liberdade para capturar certos fragmentos, mas não são automaticamente superiores quando a placa já está bem posicionada. A montagem deve equilibrar suporte subcondral, captura dos fragmentos e proteção de tendões.
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