Em relação às imagens apresentadas, observa-se em A e B lesões abertas dos tendões extensores nas zonas de Verdan, respectivamente:

- 1 e 5
- 2 e 4
- 3 e 5
- 3 e 4
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Conceito-chave
As zonas extensoras localizam a lesão e antecipam a espessura e a função do tendão a reparar. No dedo, os números ímpares correspondem a níveis articulares; os pares, às regiões entre eles. A imagem A está na distal e a B na metacarpofalângica, portanto zonas I e V.
| Zona | Localização |
|---|---|
| I | Interfalângica distal/aparelho terminal |
| II | Falange média |
| III | Interfalângica proximal/banda central |
| IV | Falange proximal |
| V | Metacarpofalângica |
| VI | Dorso da mão sobre metacarpos |
Um tendão terminal é fino e achatado, enquanto níveis mais proximais oferecem outra configuração para sutura. A zona V também pede avaliar cápsula e mecanismo da ferida, incluindo mordedura quando a história sugere. A fotografia não dispensa verificar extensão real da lesão.
Reconhecer a articulação sob a ferida é mais confiável que chamar toda lesão do dedo de “zona III”. Depois da localização, devem ser avaliados integridade, perdas, contaminação e necessidade de reparar estruturas associadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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