Observe as imagens A e B. No tratamento das lesões apresentadas, a técnica de reparo dos tendões deve ser de uma sutura

- contínua para ambos.
- tipo Kessler para ambos.
- contínua para o caso A e tipo Kessler para o caso B.
- tipo Kessler para o caso A e contínua para o caso B.
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Conceito-chave
A técnica da sutura precisa se adaptar à forma do tendão. A imagem A mostra o extensor terminal na zona I, fino e achatado. A imagem B mostra zona V, com tecido que permite uma construção de núcleo mais convencional. Entre as opções, a prova associa sutura contínua em A e Kessler em B.
Uma sutura de núcleo exige espaço e resistência para segurar o fio sem cortar as bordas. Inserir a mesma configuração volumosa num tendão distal fino pode não produzir uma união útil. Já um simples alinhamento superficial não oferece, em todos os níveis, resistência suficiente para o programa de reabilitação.
O reparo precisa restaurar comprimento e alinhamento, evitando encurtamento excessivo ou frouxidão. Tanto a resistência quanto o perfil influenciam deslizamento. Lesão aberta distal pode ter perda de substância ou comprometimento articular, exigindo técnicas adicionais conforme o caso.
Kessler e contínua não são as únicas técnicas existentes. O aprendizado é o motivo da escolha entre as alternativas: arquitetura, espessura e localização do tendão mudam a construção. A reabilitação também varia com zona, estabilidade e lesões associadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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