Na lesão da banda extensora central, a deformidade em botoeira só aparece quando, na sequência, acontece
- a retração do ligamento triangular.
- o alongamento do ligamento triangular.
- a retração do ligamento retinacular transverso.
- o alongamento do ligamento retinacular transverso.
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Conceito-chave
Rotura da banda central não produz imediatamente toda a deformidade em botoeira. A banda central insere-se na base dorsal da falange média e participa da extensão interfalângica proximal. As bandas laterais podem inicialmente manter parte da extensão, mascarando a lesão.
O ligamento triangular mantém as bandas laterais numa posição dorsal. Seu alongamento permite que migrem volarmente em relação ao eixo da proximal; ali passam a contribuir para flexão dessa articulação. A tração distal das bandas favorece hiperextensão da distal, compondo a botoeira.
| Estrutura | Papel no mecanismo |
|---|---|
| Banda central | Extensão da interfalângica proximal |
| Ligamento triangular | Contenção dorsal das bandas laterais |
| Bandas laterais volarizadas | Mudança do vetor na proximal |
| Retinacular transverso | Pode participar da manutenção de deformidade estabelecida |
Esse processo explica por que uma lesão inicialmente discreta exige reconhecimento e proteção adequada. A deformidade típica é flexão da proximal com hiperextensão da distal; não é dedo em martelo, que decorre do aparelho terminal.
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