A respeito dos transplantes microcirúrgicos dos enxertos ósseos vascularizados, assinale a correta.
- A vascularização da crista ilíaca é baseada na artéria circunflexa inguinal profunda (DCIA) que além deste osso, irriga a maior parte do m. glúteo médio.
- O transplante do periósteo vascularizado da tíbia tem melhor indicação no tratamento das perdas ósseas das crianças.
- O enxerto vascularizado da fíbula pode incluir componente muscular da perna em seu mesmo pedículo para transplante, sendo o músculo pectíneo uma boa opção.
- É impossível compor o retalho microcirúrgico do músculo serrátil anterior com enxerto vascularizado da costela.
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Conceito-chave
Um enxerto ósseo vascularizado leva tecido com circulação própria, diferente de um enxerto livre sem pedículo. Pode oferecer vantagens em defeitos extensos, leitos desfavoráveis e reconstruções selecionadas. O tecido transferido e o vaso precisam corresponder à anatomia real da área doadora.
O periósteo tem potencial osteogênico, especialmente na criança. Um transplante vascularizado pode participar da reconstrução de perdas ósseas, desde que estabilidade e ambiente biológico permitam formação de osso. Potencial de crescimento não dispensa fixação, cobertura ou controle de infecção.
A crista ilíaca se relaciona à artéria circunflexa ilíaca profunda (DCIA), mas não por isso irriga a maior parte do glúteo médio, músculo ligado predominantemente ao sistema glúteo. A fíbula recebe vasos fibulares e pode levar componentes locais, como flexor longo do hálux em certas configurações; pectíneo fica na região proximal da coxa.
Serrátil anterior pode ser composto com costela em técnicas apropriadas. Um retalho composto reúne tecidos cuja vascularização foi planejada, e não qualquer osso e músculo escolhidos apenas pela proximidade geral.
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